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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Atualidades em Oncologia -- Imunoterapia






Uma boa notícia, praticamente um presente de Natal ...
90% dos pacientes têm resultados positivos com vacina contra câncer!
Leia mais aqui. 















terça-feira, 4 de setembro de 2012

Afinitor - câncer de mama






As agências reguladoras de remédios nos EUA e na Europa acabam de aprovar o uso do medicamento everolimo (Afinitor) para mulheres na pós-menopausa com câncer de mama avançado e hormônio-dependente (RH+). Há 15 anos não havia nenhuma novidade para pacientes com esse perfil.


A Novartis, responsável pela droga, diz que não há previsão para que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprove o tratamento, mas espera que isso ocorra no primeiro semestre do ano que vem.

Estudos mostraram que, em combinação com outra droga, um inibidor da aromatase, o everolimo é capaz de prolongar em mais de duas vezes o tempo de sobrevida livre de progressão da doença.

Mais informaçôes:  aqui e aqui.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Iodamina

Remédio criado a partir de fungo consegue matar câncer de fome
Molécula batizada de lodamina destruiu tumores de mama, próstata, útero e cérebro.Substância age destruindo vasos sangüíneos que alimentam massa tumoral
Um novo remédio, criado a partir de um fungo que contaminou acidentalmente um experimento, pode se mostrar eficaz contra um espectro amplo de tumores, afirmam cientistas. Batizada de lodamina, a droga foi aperfeiçoada em um dos últimos trabalhos de Judah Folkman, um dos maiores especialistas em câncer do mundo, que morreu em janeiro passado. Folkman foi o pioneiro da chamada antiangiogênese -- uma estratégia que consiste em matar os tumores de fome, acabando com os vasos sangüíneos que os alimentam.

A lodamina é um inibidor de angiogênese (formação de vasos sangüíneos) que a equipe de Folkman está tentando melhorar há 20 anos. Num artigo na revista científica "Nature Biotechnology", os colegas do falecido pesquisador dizem ter criado uma formulação que pode ser tomada como uma pílula, sem efeitos colaterais. A descoberta já está licenciada para uma empresa de biotecnologia dos EUA.
Testes em camundongos mostraram que o medicamento funciona contra tumores de mama, neuroblastomas, cânceres de ovário, de próstata, de útero e tumores cerebrais conhecidos como glioblastomas. Segundo Ofra Benny e seus colegas do Hospital Pediátrico de Boston e da Escola Médica de Harvard, a droga deteve os chamados tumores primários (os primeiros a aparecer num dado organismo) e também impediu que a doença se espalhasse para outros focos no corpo.

"Ao ser administrada oralmente, ela atinge primeiro o fígado, o que a torna especialmente eficaz na prevenção de metástases [formas secundárias do tumor] hepáticas em camundongos", escrevem os pesquisadores em seu artigo. "As metástases no fígado são muito comuns em muitos tipos de tumor e costumam estar associadas a um prognóstico ruim e a uma baixa taxa de sobrevivência", acrescentaram eles.

"Quase limpo"
"Quando examinei os fígados dos camundongos, o grupo tratado estava quase limpo", disse Benny em comunicado oficial. "No grupo controle, era impossível reconhecer os fígados -- eles tinham virado uma massa de tumores."

A droga foi isolada originalmente de um fungo chamado Aspergillus fumigatus fresenius. Donald Ingber, da Universidade Harvard, descobriu o fungo por acidente ao tentar cultivar células endoteliais, que revestem a parede dos vasos sangüíneos. O bolor afetou as células de modo a impedir o crescimento de pequenos vasos conhecidos como capilares. Os pesquisadores logo perceberam o potencial antiangiogênico da substância por trás do fenômeno, mas a molécula tinha efeitos colaterais, causando depressão e tonturas. Além disso, não permanecia muito tempo no organismo.Benny e seus colegas resolveram o problema com a ajuda da nanotecnologia, que permite manipular com precisão as características de uma molécula. O grupo "colou" dois grupos de átomos na substância original, protegendo-a dos ácidos do estômago. Com isso, a droga alterada conseguiu chegar diretamente às células tumorais, destruindo-as sem efeitos colaterais aparentes. Os pesquisadores crêem que a lodamina poderá ser útil contra outras doenças ligadas ao crescimento anormal dos vasos sangüíneos, como a degeneração macular ligada à idade, problema de visão que pode levar à cegueira.

Fonte: Globo.com

sábado, 14 de junho de 2008

Zometa

Medicamento reduz em 35% risco de recorrência de câncer de mama

O medicamento contra a osteoporose Zometa, do laboratório suíço Novartis, reduziu em 35% o risco de recocorrência em mulheres na pré-menopausa com câncer precoce de mama, segundo um estudo clínico apresentado este sábado em Chicago.
Trata-se do primeiro estudo clínico em grande escala (1.800 mulheres) que confirma as propriedades anticancerígenas do Zometa (ácido zoledrônico), um novo bifosfonato.
Essa categoria de medicamento já é usado contra as metástases ósseas e a osteoporose, doença que provoca a diminuição da massa óssea.
"É estimulante descobrir que o ácido zoledrônico, além de impedir a perda de tecido ósseo nas mulheres que fazem um tratamento hormonal contra o câncer de mama, também pode reduzir a probabilidade de reaparecimento do tumor", declarou o doutor Michael Gnant, professor de Cirurgia da Universidade de Viena e principal autor desses estudos.
O doutor Gnant apresentou os resultados desse estudo na 44a Conferência Anual da Sociedade Americana de Oncologia, realizada neste final de semana em Chicago (Illinois, norte).

Fonte: A Critica Publicado em 03/06/2008